Era uma vez um Iphone…

Publicado por Tati em 04 Set 2007 | sob: High Tech, Apple

… que mais parece um Ipod!

apple iphone - apple iphone

Julho de 2007 - Uma semana após o lançamento eu já estava com ele em mãos… CONFESSO, eu não consegui resistir a tentação da maçã, as propagandas, ao falatório…. e acabei comprando um iPhone de 8 GB.
Sua tela multi-touch é uma delícia de usar, e a interface é simplesmente perfeita, com o toque de simplicidade e genialidade que marca os melhores produtos da Apple.
É claro que o iPhone está longe de ser perfeito, e tem vários problemas como o fato de ser bloqueado (habilitado apenas para a AT&T), a ausência da conectividade 3G HSDPA, e outros detalhes, mas para mim o iPhone é muuuito útil.
Como eu tenho conexão Wi-Fi em casa e no trabalho e passo o dia inteiro conectada, posso ler minhas paginas favoritas, conferir o meu Google Reader, enviar e receber e-mails, acessar cotações da bolsa, saber a previsão do tempo, e acessar os mapas do Google Maps, tudo isto usando o meu iPhone. Sem falar que tenho a minha disposição o melhor iPod já criado, com o incrível recurso de poder navegar pelos meus álbuns usando o CoverFlow.
Nota: Um ótimo brinquedinho e excelente aquisição. Vide Gizmodo.

Julho de 2007 - A utilização do Iphone no Brasil não é possível… porque por enquanto ele é apenas o melhor iPod que eu já tive, e um ótimo companheiro para navegar pela web usando a conexão Wi-Fi.
Nota: Procurando uma solução para conseguir usar ele como celular.

Setembro de 2007 - Finalmente uma ótima notícia! Iphone desbloqueado no Brasil!
Nota: Entrando em contato, o mesmo que já desbloqueou meu V3 (VBosta) a um tempo atrás.


Rootless Tree

Publicado por Tati em 04 Set 2007 | sob: Music

angry - angry

by Damien Rice

what i want from you is empty your head
they say be true, don’t stain your bed
we do what we need to be free
and it leans on me like a rootless tree
what i want from us is empty our minds
we fake a fuss and fracture the times
we go blind when we’ve needed to see
and this leans on me like a rootless…
so fuck you and all we’ve been through
i said leave it it’s nothing to you
and if you hate me
then hate me so good that you can let me out
let me out of this hell when you’re around

what i want from this is learn to let go
no not of you of all that’s been told
killers reinvent and believe
and this leans on me like a rootless…

so fuck you
and all we’ve been through
i said leave it it’s nothing to you
and if you hate me
then hate me so good that you can let me out
let me out of this hell when you’re around
let me out…
and fuck you, fuck you, i love you
and all we’ve been through
i said leave it
it’s nothing to you
and if you hate me
then hate me so good that you can let me out
let me out…
it’s hell when you’re around


A dor e a delícia…

Publicado por Tati em 03 Set 2007 | sob: General

…. de não contar mais (quase) tudo para todo mundo!

gossip - gossip

Um dia, todo o esforço do seu analista e os conselhos da sua mãe surtem efeito…. e você decide que não vai mais sair por aí contando as coisas da sua vida na Internet, no MSN, na rua, no salão de beleza, na chuva, no trabalho, na reunião…
Finalmente você virou uma pessoa sábia? ou seria careta?
Enfim, você descobre que não tem mais sobre o que escrever no seu blog (o que é a causa de uma crise criativa grave). E, pior, parece que as coisas vão simplesmente explodir dentro de você, que começa a ter vontade de pegar o telefone e ligar para uma amiga que não vê faz tempo para contar justo aquilo que decidiu só contar para cinco pessoas. No máximo, seis.
Outras conseqüências do ato, além de ter o coração parecendo que vai explodir e falta de inspiração para escrever, é alugar DEMAIS duas amigas, no máximo, três. Essas são as que foram eleitas como pessoas para quem você pode contar tudo. Essas, coitadas, têm que te aturar mais do que o necessário.
Mas sua amiga te ama!!!
E por outro lado sem contar nada para ninguém, me diz, como é que se consegue dormir?
Estou com convulsão mental, eu sei!!!!
Melhor terminar aqui, porque eu juro que uma boa confissão para um desconhecido no café do projeto talvez tivesse diminuído a minha loucura.


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